*A publicação foi atualizada em setembro de 2026 com o passo a passo mais recente para as eleições.
O LinkedIn disponibiliza uma ferramenta integrada à plataforma para denunciar conteúdos que contenham informações falsas. Para as eleições de 2026, a plataforma também anunciou medidas voltadas à redução da desinformação e à proteção da integridade do processo eleitoral.
Passo a passo para denunciar fake news no LinkedIn
- No canto superior direito da publicação, clique nas três bolinhas;
- Selecione a opção “Denunciar publicação”;
- Escolha “Desinformação” e clique em “Avançar”;
- Escolha se deseja ou não acompanhar o status da denúncia;
- Clique em “Enviar denúncia”;
- Pronto. A denúncia será encaminhada para análise conforme as políticas de moderação da plataforma.
O que o LinkedIn está fazendo para proteger as eleições brasileiras de 2026?
Entre as medidas anunciadas pela plataforma estão ações previstas no memorando de entendimento celebrado entre o LinkedIn e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no âmbito do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação da Justiça Eleitoral. O documento estabelece iniciativas de caráter voluntário. A plataforma também apresenta medidas no plano de conformidade, de cumprimento obrigatório, voltadas à prevenção e à mitigação de riscos à integridade do processo eleitoral.
Entre as principais medidas estão:
- Publicidade política: o LinkedIn não permite anúncios políticos ou eleitorais pagos na plataforma e mantém mecanismos para identificar e impedir a veiculação desse tipo de conteúdo.
- Combate à desinformação: a plataforma combina sistemas automatizados, revisão humana e denúncias feitas pelos próprios usuários para identificar conteúdos que violem suas políticas. Entre as medidas de moderação estão remoção, redução de visibilidade e aplicação de rótulos informativos.
- Conteúdos gerados por IA: o plano prevê o uso de credenciais de conteúdo, como a tecnologia C2PA, para identificar mídias geradas ou alteradas por inteligência artificial. A plataforma também prevê a remoção de conteúdos sintéticos ou manipulados que violem suas políticas.
- Contas falsas e comportamento inautêntico: o LinkedIn prevê medidas para identificar e remover contas falsas, redes de comportamento inautêntico coordenado e automações abusivas.
- Atendimento à Justiça Eleitoral: a plataforma mantém canais específicos para receber requisições do TSE e processar ordens judiciais relacionadas ao processo eleitoral.
Já o memorando de entendimento prevê iniciativas de cooperação com a Justiça Eleitoral, entre elas:
- Informação eleitoral: o LinkedIn Notícias disponibilizará conteúdos sobre as eleições de 2026, e o TSE poderá utilizar páginas da plataforma para compartilhar informações dirigidas aos eleitores.
- Capacitação: realização de treinamentos para equipes do TSE, dos TREs e magistrados sobre a produção de conteúdos relacionados ao processo eleitoral para a plataforma.
- Canal para denúncias: o LinkedIn disponibilizará um canal integrado ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (SIADE) para receber denúncias encaminhadas pelo TSE. As denúncias deverão indicar a URL do conteúdo e serão analisadas pela plataforma conforme suas políticas.
- Transparência: o LinkedIn se compromete a manter conversas periódicas com o TSE e disponibilizar, em português, seu relatório semestral de transparência, com dados sobre medidas relacionadas à desinformação.
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