O exército israelense desenvolveu uma ferramenta parecida com o ChatGPT para aperfeiçoar práticas de espionagem, informou o The Guardian. Para isso, as forças armadas do país utilizou uma vasta quantidade de dados de cidadãos palestinos provenientes de comunicações interceptadas, como conversas telefônicas e mensagens de texto.
Especialistas e defensores dos direitos humanos, porém, apontam riscos que a funcionalidade pode trazer, como incremento de vieses preconceituosos e a propensão para erros. “É uma máquina de adivinhação. E, no final das contas, essas suposições podem acabar sendo usadas para incriminar pessoas”, afirmou Zach Campbell, pesquisador sênior de vigilância da Human Rights Watch.
Com informações do The Guardian.