O recente ataque dos Estados Unidos ao Irã evidenciou uma nova fase na guerra tecnológica, marcada pelo uso intensivo de inteligência artificial em operações militares. Segundo a reportagem, o Pentágono empregou sistemas de IA para analisar inteligência, identificar alvos e simular cenários de batalha, além de coordenar enxames de drones kamikazes usados para sobrecarregar as defesas iranianas.
A ofensiva também envolveu o modelo Claude, da Anthropic, em meio a disputas entre a empresa e o governo americano sobre limites éticos para aplicações militares da tecnologia. O episódio ilustra a crescente corrida armamentista em torno da IA, com Estados Unidos e China investindo em drones autônomos, softwares de comando e sistemas capazes de coordenar operações complexas em larga escala.
Com informações de Jornal Nacional
