Uma reportagem da Folha de S.Paulo mostra que chatbots como ChatGPT, Gemini e Claude apresentam “personalidades” distintas em suas interações com usuários, resultado de diferenças nos processos de treinamento, alinhamento e ajustes baseados em feedback humano. Enquanto alguns sistemas tendem a adotar um tom mais acolhedor, outros são mais diretos ou questionadores. Especialistas alertam, porém, que essas características podem influenciar a forma como usuários percebem o aconselhamento oferecido pelas ferramentas, especialmente em temas de saúde mental, reforçando a necessidade de que chatbots não sejam tratados como substitutos de psicólogos ou psiquiatras. Estudos recentes também indicam que esses sistemas podem validar excessivamente os usuários, reproduzir vieses e criar uma falsa sensação de acolhimento.
Com informações de Folha de S.Paulo
