Uma pesquisa conduzida por Marcos Facó, diretor de Comunicação e Marketing da FGV, indica que influenciadores virtuais criados por inteligência artificial podem superar influenciadores humanos em campanhas focadas em informações objetivas, dados e argumentos racionais. Em um experimento realizado no TikTok para promover um curso de mestrado, uma influenciadora virtual obteve o melhor desempenho em geração de cliques quando associada a conteúdo utilitário, superando inclusive uma influenciadora humana. Segundo o pesquisador, a diferença está na percepção de credibilidade: enquanto agentes virtuais tendem a transmitir mais autoridade em conteúdos baseados em fatos e estatísticas, influenciadores humanos mantêm vantagem em mensagens que envolvem experiência pessoal, emoção e vivência.
Com informações de FGV
