Em sua primeira encíclica dedicada à inteligência artificial, intitulada Magnifica Humanitas, o Papa Leão XIV alertou para os impactos sociais, econômicos e éticos das IAs, defendendo a regulamentação do setor e a proteção de trabalhadores, crianças e direitos humanos. Com cerca de 42 mil palavras, o documento apresenta a tecnologia como uma ferramenta que pode trazer benefícios, mas também aprofundar desigualdades, ameaçar empregos e reduzir a autonomia humana se não houver supervisão adequada. Ao comparar os caminhos possíveis para a tecnologia à escolha entre a Torre de Babel e a reconstrução de Jerusalém, o Pontífice argumenta que o desenvolvimento tecnológico deve estar a serviço do bem comum e não apenas da eficiência ou do lucro.
Com informações de O Globo