A Polícia Civil de São Paulo investiga um influenciador acusado de usar inteligência artificial generativa para manipular imagens de mulheres e adolescentes da Congregação Cristã do Brasil, inserindo-as em vídeos com conteúdo sexualizado sem consentimento. O caso envolve o uso de deepfake e pode configurar crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, além de difamação.
Segundo a investigação, parte das vítimas são menores de idade, o que agrava a situação. Especialistas apontam que o uso de IA não reduz a responsabilidade de quem cria ou compartilha esse tipo de conteúdo, e alertam para o crescimento desse tipo de prática com o avanço das ferramentas digitais.
Com informações de g1
