Pesquisa publicada na Nature Medicine aponta que chatbots como ChatGPT e Llama erram com frequência ao orientar usuários sobre saúde e não superam buscas tradicionais. Em testes com 1.200 participantes, a conduta correta foi escolhida em menos da metade dos casos. O estudo, da Universidade de Oxford, também identificou respostas inconsistentes, informações inventadas e grande variação nas recomendações conforme a forma da pergunta. Especialistas concluem que os modelos ainda não estão prontos para uso clínico direto.
Com informações de NY Times
