Imagens e vídeos de baixa qualidade produzidos por inteligência artificial – conhecidos como AI slop – vêm inundando redes sociais como Facebook, YouTube, TikTok e X, impulsionados por ferramentas cada vez mais acessíveis e pela lógica de engajamento das plataformas. O fenômeno inclui desde cenas absurdas e fantasiosas até conteúdos enganosos com potencial de desinformação, acumulando milhões de visualizações e receitas publicitárias.
Embora empresas como Meta e YouTube afirmem buscar mecanismos para conter material repetitivo ou de baixa qualidade, especialistas alertam para efeitos como dessensibilização, queda na capacidade de atenção e maior dificuldade em distinguir o que é real. Ao mesmo tempo, cresce a reação de usuários que denunciam a “poluição” digital, mas cujo engajamento crítico também acaba alimentando os algoritmos que sustentam o problema.
Com informações de BBC
