Estudos internacionais indicam que chatbots como ChatGPT, Gemini e Grok já influenciam decisões de voto em diferentes países, especialmente entre jovens, ao ponto de deslocar preferências eleitorais em níveis superiores aos de anúncios políticos tradicionais. Pesquisas na Holanda, Chile e nos Estados Unidos mostram que parte do eleitorado consulta essas ferramentas sobre em quem votar, apesar de falhas recorrentes, vieses e informações incorretas nas respostas.
No Brasil, onde o uso de IA para aprendizado político é elevado, testes apontam diferenças no grau de intervenção dos chatbots ao sugerir candidatos. Especialistas alertam que, em disputas acirradas, esse tipo de influência pode afetar resultados e pressionar a Justiça Eleitoral, que hoje dispõe de normas sobre transparência e desinformação, mas enfrenta desafios inéditos com conteúdos personalizados e opacos gerados por sistemas de IA.
Com informação de G1
